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Astronomia e Astrofísica : Cientista brasileiro (Marcelo Emílio) ajuda a calcular diâmetro do Sol
Enviado por bio em 09/03 (5288 leituras)

O cientista Marcelo Emílio, diretor do Observatório Astronômico da UEPG, junto a especialistas da Universidade de Stanford e da Universidade do Havaí, ambas nos Estados Unidos, integra o grupo que realizou o cálculo. Eles determinaram o diâmetro solar utilizando o satélite Observatório Solar e Heliosférico (SOHO) e o instrumento Michelson Doppler Imager (MDI), que está a bordo do primeiro. Os dois possuem como missão estudar o Sol.


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Astronomia e Astrofísica : SPASA 2011
Enviado por bio em 24/02 (839 leituras)

Entre os dias 11 e 20 de dezembro de 2011 aconteceu em São Paulo o São Paulo Advanced School of Astrobiology – Making Connections (SPASA 2011). Que contou com mais de 160 pesquisadores, tanto docentes como estudantes.


Que puderam debater os avanços mais recentes da astrobiologia, uma nova área que busca respostas para algumas das mais complexas questões científicas da atualidade.



 


 


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Astronomia e Astrofísica : Publicação na Revista NATURE
Enviado por bio em 27/10 (1659 leituras)

Dia 26 de Outubro de 2011, foi publicado um artigo na revista científica NATURE, que contou com a participação do Professor Marcelo Emilio, que é o responsãvel pelo Observatório Astronômico da Universidade Estadual de Ponta Grossa.


O artigo trás como tema um pequeno planeta chamado Eris, que foi descoberto em 2005 e trouxe muitos questionamentos sobre o Cinturão de Kuiper, uma região de corpos celestes gelados, onde é encontrado. Este estudo publicado é a maior pesquisa já realizada sobre este pequeno planeta.



E também poderá ver a publicação original no site da Revista NATURE: http://www.nature.com/nature/journal/v478/n7370/full/nature10550.html


E mais um link do vídeo da observação: http://www.eso.org/public/videos/eso1142a/

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Observatório Astronômico : ABERTA AS INSCRIÇÕES PARA UTILIZAR O TELESCÓPIO DA UEPG PELA INTERNET
Enviado por pittneves em 17/10 (4945 leituras)







Telescópios na Escola



   O Observatório Astronômico da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) oferece observações remotas, como parte do projeto de extensão “Telescópios na Escola” (TnE), coordenado pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP). O TnE objetiva promover o ensino em ciências possibilitando às escolas utilizar telescópios robóticos equipados com câmeras CCD para a obtenção de imagens de astros em tempo real. Os telescópios são operados pelas escolas remotamente através de uma página web, não sendo necessário conhecimento prévio de Astronomia.



   A observação é feita a partir de um computador ligado à internet, utilizado para estabelecer a interface computacional com o observatório. O sistema utilizado executa o direcionamento do telescópio e a aquisição de imagens digitais. Deste modo, os alunos, com a supervisão de um professor, passam a ser os exploradores, possibilitando a escolha dos objetos que desejam observar e estudar e decidem como trabalhar com os dados e ainda aprendem.



   O espelho do telescópio da UEPG possui 40 cm de diâmetro, permitindo a visualização da Lua e suas crateras, dos planetas e seus satélites, asteroides, estrelas duplas, aglomerados, nebulosas e galaxias.



   O agendamento para as observações remotas pode ser feito pelo formulário eletrônico disponível em:



http://www.jupiter.uepg.br/modules/mastop_publish/?tac=Formul%E1rio. 



Para as sessões remotas, as datas serão definidas de acordo com as possibilidades de cada escola e também do Observatório, com início às 19h30 até às 21h00, sendo acompanhadas por um acadêmico do Observatório. Após o agendamento, o professor interessado na observação remota será instruído sobre o uso do sistema.



   As sessões de observação remota têm por objetivo auxiliar nas atividades educativas desenvolvidas por escolas, planetários e outras instituições de ensino, sendo dirigidas a professores e estudantes de todos os níveis. As sessões remotas, permitem a visualização do céu noturno pela internet, utilizando o telescópio robótico localizado no Observatório Astronômico da UEPG.



    Mais informações em:



http://www.jupiter.uepg.br/modules/mastop_publish/?tac=Telesc%F3pio_na_Escola 



(Fonte: Observatório Astronômico da UEPG -http://www.jupiter.uepg.br)








 




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Astronomia e Astrofísica : Nobel da Física 2011
Enviado por bio em 10/10 (1163 leituras)

O Prêmio Nobel de Física de 2011 foi atribuído conjuntamente a três cientistas que descobriram que a expansão do universo está acontecendo de maneira acelerada. Esse fenômeno é atribuído a uma força misteriosa chamada de energia escura. E como é que os cientistas descobriram isso?


Desde os anos 90, os vencedores do Nobel, os físicos Saul Perlmutter, Brian Schmidt e Adam Riess, estudam as supernovas do tipo Ia – as violentas explosões resultantes da morte de estrelas anãs brancas.


Quando uma estrela de pequena massa (como o nosso sol) funde todo seu hidrogênio em hélio, ela se expande em uma gigante vermelha e começa a fundir o hélio em carbono e oxigênio. Então, a estrela lança suas camadas exteriores formando uma nebulosa planetária, deixando para trás o denso núcleo de carbono e oxigênio. Este núcleo morto é chamado de anã branca, que normalmente tem o tamanho da Terra com a mesma massa do nosso sol.


Se uma anã branca tem uma companheira estelar, ela pode sugar material de seu vizinho. Com o acréscimo de matéria na anã branca, a pressão e a densidade também aumentam e a temperatura fica maior. Quando a anã branca acresce muito material a si mesma, a temperatura aumenta dramaticamente até acontecer uma violenta explosão estelar, conhecida como supernova.


Supernovas do tipo Ia são úteis para os astrônomos por causa das semelhanças em suas curvas de luz, que são gráficos da intensidade de uma certa onda eletromagnética de um objeto celeste em função do tempo. As supernovas do tipo Ia são tão parecidas que os astrônomos usam essas explosões como uma “vela padrão” para medir as distâncias de objetos no universo.


Os vencedores do Nobel de Física mediram a maneira como a luz de supernovas Ia se distorciam para ver a rapidez com que as galáxias estão se afastando umas das outras. Em outras palavras, o quão rápido o universo está se expandindo.


A partir da análise da cor luminosa, em que foi observado que a luz percorria uma distância maior por um maior período de tempo, foi concluído que todas as estrelas, galáxias e aglomerados de galáxias estão se movendo cada vez mais rápido.


Ao contrário do que pode se induzir, a expansão do universo não está se abrandando devido à gravidade. Os astrônomos acreditam que há outra força misteriosa por trás do comportamento inesperado do universo: o que eles chamam de energia escura. 


supernova 



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